Fotos do Show do Paul McCartney no Rio

Para quem não aguentava mais esperar, finalmente surgiram as fotos do grande show que ocorreu no Engenhão nos dias 22 e 23 de maio de 2011 do ex-Beatle e grande compositor Paul McCartney. Confira abaixo as imagens e algumas curiosidades sobre os shows.
Curiosidades:
2h36m – tempo de duração do show de domingo
2h35m- tempo de duração do show de segunda-feira
Zero- foi o número de garrafas d’água consumidas por Paul durante os shows. Como este senhor se hidrata?
33 – número de músicas tocadas nos dois shows, com um medley de “The end” no fim de cada apresentação
90.000 – Totalidade do público presente aos dois shows – 45 mil por noite. Lotação esgotada no engenhão, que finalmente, dizem as más línguas, viu casa cheia
Citações obrigatórias – o riff de “Foxy lady”, de Jimi Hendrix, em “Let me roll it”, e o refrão de “Give peace a chance”, de John Lennon, em “A day in the life”
“First time in Rio” – “Ob-la-di-Ob-la-da” foi tocada pela primeira vez no Rio no domingo
Bordão – A palavra “demaish”, com direito a sotaque carioca, foi repetida mais de uma dezena de vezes pelo Paul
Estilo – No domingo, camisa branca com gola e punhos azuis. Na segunda, camisa azul com gola e punhos brancos
Haja fôlego- quatro minutos cravados foi a duração do corinho do “Na na na” de “Hey Jude” no domingo
Na fila- Uma hora foi o tempo médio de espera para entrar no Engenhão, tanto no domingo como na segunda-feira
A deflação do salsichão – no fim da fila, a iguaria típica da gastronomia de rua era vendida a R$ 2. No meio, a R$ 1,5. À beira dos portões do Engenhão, o preço caía para R$ 1.
Do lado de dentro – A cerveja era vendida a R$ 5, a pipoca saía por R$ 6 e o sanduíche natural custava R$ 10.
Do lado de fora – A latinha de cerveja saía a R$ 2,50 (R$ 3 o latão), tinha croquete por R$ 2 e sopa de ervilha a R$ 3.
R$ 2- preço cobrado pela utilização de um banheiro improvisado nas imediações do Engenhão
Momento fofura – Ao todo, quatro bichinhos de pelúcia foram atirados ao palco
Melhor flash mob – Os cartazes com “Na na na”s e balões coloridos erguidos pela plateia no domingo fizeram bater mais forte o coração do velho Macca
20 trocas de instrumentos – entre baixo, três tipos de guitarra, dois pianos, violão, bandolim e até um ukulele, Paul trocou de instrumentos como Tim Maia trocava de camisa
Curso de línguas – quatro folhas de papel pregadas no chão eram a “colinha” de Paul, com o set list e as frases em português para se comunicar com o público
Momento Homem-Aranha – o fã que escalou a torre da mesa de som para aparecer na segunda-feira. Teve seus 15 segundos de fama
Ficou no vácuo – o corinho de “Obla di Obla da” no domingo
Fantasia mais popular – Fãs vestidos como os Beatles na capa do disco “Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band”
Cartaz mais visto – “Paul, me autografa pra eu fazer uma tatuagem”
Melhor funk – “É o Paul, é o Paul, é o Paul, é o Paul, é o Paul”, adaptação do funk “É o Pet”, cantado por um ambulante na fila antes do show de domingo
#todoschora – A homenagem a George Harrison em “Something”. Emocionante
Pior tentativa de português – “Valêiu” (era para ser “Valeu”)
Melhor dançarino de Macarena – o baterista Abe Laboriel Jr., que fez a clássica dancinha enquanto tocava bumbo em “Dance Tonight”
Momento vintage – a guitarra Epiphone Casino usada no show em “Paperback writer” foi a mesma usada durante a gravação da canção em 1966
Black is beautiful – “Blackbird”, inspirada nos conflitos raciais dos Estados Unidos na década de 1960, foi dedicada à luta pelos direitos civis dos negros
Peso pesado – para encantar os cariocas, Paul trouxe 80 toneladas de equipamento ao Rio
Alta definição – Os telões laterais têm altura aproximada de um prédio de 8 andares
Tamanho do palco – Cerca de 70m de largura e 24m de profundidade







